Rede dos Conselhos de Medicina
Residentes suspendem paralisação após reunião com Secretaria de Saúde e CRM-PB Imprimir E-mail

residentesjp02Após reunião realizada na manhã desta quinta-feira (22) com o secretário municipal de Saúde, Fábio Rocha, e a diretoria do Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), os médicos residentes em Medicina da Saúde da Família e Comunidade em João Pessoa resolveram suspender o indicativo de paralisação de suas atividades nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). A diretoria CRM-PB intermediou a reunião, após ter feito contato com o secretário de saúde e representantes dos residentes ontem (quarta, 21).

“Ficamos satisfeitos com o resultado da reunião. Os médicos residentes e a Secretaria Municipal de Saúde entraram em entendimento, a paralisação foi suspensa e foi criada uma comissão para acompanhamento de como os problemas apontados pelos médicos nas UBS serão resolvidos”, disse o presidente do CRM-PB, João Modesto Filho, que participou da reunião desta manhã, acompanhado da segunda vice-presidente Débora Cavalcanti, do corregedor Klécius Leite e do assessor jurídico Rodrigo Farias.

A Secretaria Municipal de Saúde, assim como o CRM-PB, concordou que as reivindicações dos médicos residentes são justas, pertinentes e, muitas delas, já haviam sido identificadas desde o início da gestão. A secretária executiva de saúde, Rossana Sá, destacou que há um cronograma de aquisição de insumos, detalhou algumas demandas da categoria que já estavam sendo atendidas e pontuou o que está programado para ser feito. A assessoria jurídica da Secretaria de Saúde, assim como outros auxiliares, também participou da reunião.

No início da semana, os médicos residentes enviaram ao CRM-PB, SMS e outras entidades um documento com mais de 160 páginas solicitando melhorias estruturais e de funcionamento das UBS de João Pessoa. No dossiê, há diversas fotografias mostrando problemas de infraestrutura, como mofo e infiltrações; falta de medicações e insumos; falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e álcool 70%; falta de segurança patrimonial colocando em risco a integridade física de profissionais e usuários; ausência de higienização em algumas unidades, que não contam com profissionais de serviços gerais, dentre outras inconformidades.

Última atualização em Qui, 22 de Julho de 2021 15:52
 
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