Rede dos Conselhos de Medicina
CRM-PB reúne-se com SMS, prefeito de JP em exercício e médicos para encontrar soluções para falta de insumos no Trauminha Imprimir E-mail

trauminha-reuniao-secretarioNa última quinta-feira (18), o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado da Paraíba (CRM-PB), João Modesto Filho, e o diretor de fiscalização, Bruno Leandro de Souza, reuniram-se com o secretário municipal de Saúde de João Pessoa, Fábio Rocha, e com o diretor do Complexo Hospitalar Mangabeira Tarcísio Buriti (Trauminha), Humberto Pires Gerônimo. Durante a reunião, o secretário Fábio Rocha garantiu que os itens básicos com estoque mais crítico para o Trauminha já foram adquiridos e que chegarão ao hospital até a próxima terça-feira (23).

“Estivemos no Trauminha sete vezes neste ano de 2021 e observamos diversos problemas, que já são de conhecimento do secretário de saúde e da direção do hospital. Entendemos que, como os insumos já foram comprados, faltando apenas a chegada na unidade de saúde, há a intenção de resolução dos problemas. Por isso, estendemos até a próxima semana os prazos determinados pelo CRM-PB e deixamos claro que, em caso de não cumprimento do acordo, os médicos do hospital poderão ser interditados eticamente de forma parcial ou total”, explicou Bruno Leandro de Souza.

Na semana passada, dia 12 de novembro, o diretor de fiscalização do CRM-PB já havia se reunido com o prefeito de João Pessoa em exercício, Léo Bezerra, e com o secretário de Gestão Governamental da Prefeitura de João Pessoa, Diego Tavares, para discutir as soluções para o reabastecimento imediato do Trauminha de Mangabeira.


Anteriormente, no dia 9 de novembro, o CRM-PB reuniu-se também com os diretores e médicos do hospital. Na ocasião, eles relataram mais uma vez os problemas que vem enfrentando: falta de insumos básicos, como lâmina de bisturi, luvas de procedimento, fios de sutura, cateter intravenoso, dentre outros. Os profissionais também afirmaram que o hospital não tem condições de agendar alguns tipos de procedimentos, como as cirurgias de cabeça e pescoço, por não possuir equipamentos e medicamentos especiais para tais operações. Muitas vezes faltam também antibióticos e outros remédios.

Última atualização em Sex, 19 de Novembro de 2021 09:14
 
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